31 de out de 2016

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Lâmpada ecológica não usa energia elétrica e ainda limpa poluição do ar

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O processo consiste em aproveitar a fotossíntese das algas verdes brilhantes para produzir energia.
Cada lâmpada de algas é capaz de absorver anualmente, em média, uma tonelada de carbono. | Foto: Divulgação

O bioquímico francês Pierre Calleja é a mente por trás da criação de uma lâmpada movida a algas, capaz de despoluir ambientes e ainda produzir luminosidade. A ideia é usar o equipamento para substituir as lâmpadas tradicionais em espaços públicos ou garagens.

Seu funcionamento é totalmente independe das redes de energia e a sua eficiência é enorme. A lógica que faz o processo funcionar consiste em aproveitar a fotossíntese das algas verdes brilhantes para produzir energia.


O processo acontece em um tubo cheio de algas que, através da reação natural, realizam a fotossíntese, gerando energia e luminosidade, enquanto são abastecidas pelo próprio CO2 do ambiente exterior.

De acordo com o inventor, que trabalha com uma equipe na empresa FermentAlg, cada lâmpada de algas é capaz de absorver anualmente, em média, uma tonelada de carbono, a mesma quantidade capturada por 150 a 200 árvores.

A sugestão do francês é utilizar o sistema em áreas públicas, já que ele pode eliminar os gastos com eletricidade e ainda ajudar a reduzir os níveis locais de poluição. Um mesmo sistema proporciona dois benefícios importantes ao mesmo tempo.

Redação CicloVivo

Alfredo de Pontal

Autor & Editor

O portal Águas de Pontal abre as cortinas para mostrar o grande espetáculo da vida proporcionado pela Mãe Natureza e seus atores: o ser humano íntegro voltado à reconstrução.

 

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