27 de jan de 2016

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As dez praias mais impressionantes do mundo

destaques

Caleidoscópio de rochas
La Digue, Seychelles
São os rochedos que assumem tons rosados, marrons ou prateados, dependendo da inclinação do sol, que criam a sensação de hiper-realidade da praia da Fonte de Prata. Anseia-se por tocar esses granitos, torcendo para que não seja uma miragem. No porto de La Digue são alugadas bicicletas (os veículos a motor são proibidos) para chegar em 15 minutos à reserva natural de L’Union Estate. Depois de desembolsar o equivalente a 6 euros (cerca de 25 reais), tartarugas gigantes nos surpreendem antes de pisarmos as areias orladas por palmeiras que beijam um oceano Índico multicolorido.

BOB KRIST


O Caribe só para mim
Guana Island (Ilhas Virgens Britânicas)
A garantia de paz é típica das ilhas particulares. A ilha é uma porta para o paraíso das Antilhas Menores por seu verdor e suas areias (é reserva natural) e nela só existe um complexo de vilas (www.guana.com), o que torna a viagem uma experiência onírica. Há um bar ao ar livre, de muito bom gosto, e serviço de lanchas aos sete areais repletos de bosques e corais, nos quais se mergulha junto com os pelicanos.

C. D. WHEATLEY (GETTY IMAGES)


Surf ‘aloha’
Pipeline (Oahu, Havaí, Estados Unidos)
Atrever-se a encarar as ondas mais descomunais do planeta só é indicado a surfistas profissionais. Mas, mesmo assim, um passeio turístico pelas Sete Milhas de Ouro (300 ondas diferentes em 11 quilômetros), em uma excursão pela North Shore é de tirar o fôlego. Basta contemplar do Ehukai Beach Park os tubos ciclópicos quebrando nos recifes de coral, especialmente de setembro a março. E também ir a Waimea Bay. O espírito aloha impera. Coma nos food trucks (pupukeagrill.com) e, de sobremesa, experimente a torta típica de chocolate, coco e creme conhecida como haupia (www.tedsbakery.com).

MACDUFF EVERTON (CORBIS)


Mergulho com audioguia
Bora Bora (Polinésia Francesa)
Bora Bora não é só um atol perdido no Pacífico Sul com o vulcão Otemanu no centro, como que construído por decoradores; é também um conceito construído no imaginário a partir do mito dos mares do Sul. Sua lagoa protegida por recifes de coral encerra o melhor cenário para submergir entre corais e peixes de cores novas e inesperadas – e ainda com a possibilidade de se alugar um audioguia –, alternando com arraias-mantas ou alimentando tubarões a pouca distância da área de banho. Dois ou três noites são suficientes para viver este sonho ultramarinho e, se puder, hospedado nas palafitas de piso transparente (www.lemeridien-borabora.com).

AMANAIMAGES (CORBIS)


Pegadas na areia
Duna de Pilat (Gironda, França)
A intensa atividade eólica, ao lado das marés e desembocaduras de rios, deu origem à duna mais alta da Europa, com 118 metros de altura e 500 de largura. Um Everest de incrível força visual que difere do bucolismo da baía produtora de ostras de Arcachón. Antes de tomar sol na plage de la Corniche, suba pela escada até o topo, e tenha uma vista total dos bancos arenosos d’Argin. A Costa de Prata também é vista do hotel La Co(o)rniche (www.lacoorniche-pyla.com), decorado por Philippe Starck.

(AFP/GETTY IMAGES)


Isolamento mediterrâneo
Golfo de Orosei (Sardenha, Itália)
Orosei é um pedaço do mar Tirreno junto à Sardenha, um rochedo salpicado de enseadas de areia branca e águas translúcidas. Em Cala Gonone é preciso decidir como visitar este parque nacional (o mais prático é de barco). Uma balsa zarpa de hora em hora para Cala Luna, de 800 metros de largura e embelezada por cavernas marinhas. Não deixe de ver as calas de Marilou e Goloritzè, assim como a caverna do Boi Marinho. Os barcos de maior tamanho reservam tempo para banhar-se, apesar de ser melhor ir de barcaça de 12 passageiros ou alugar uma lancha.

K. WOTHE (CORBIS)


Duas horas no paraíso
Whitehaven (Queensland, Austrália)
Poucas praias demandam um esforço tão notável quanto Whitehaven, escondida no noroeste da Austrália. Sua visita costuma fazer parte de um cruzeiro pelo arquipélago das Whitsundays, com saída de Airlie Beach ou Shute Harbour. A paisagem, a 80 quilômetros da Grande Barreira de Coral, é superlativa: águas uniformes e superficiais sobre sinuosos bancos de areia branca como cal, produto da ação das correntes do Pacífico. A areia, quase totalmente de óxido de silício, tem a peculiaridade de quase não esquentar, então é possível caminhar descalço à vontade, a pleno sol. Por ser um estuário protegido, não é permitido permanecer mais do que duas horas.

ONNE VAN DER WAL (CORBIS)


Brasil em branco e verde
Lopes Mendes (Ilha Grande, Rio de Janeiro)
Ao encanto de sua insularidade e ao desafio de percorrer Ilha Grande (www.ilhagrande.com.br) por trilhas ou de lancha deve acrescentar-se sua utilidade como presídio até 1994, em função de sua mata atlântica, uma das selvas tropicais mais ameaçadas do planeta. Lopes Mendes exige duas horas de caminhada desde a vila do Abrahão por trilhas e bosques de bambu. O incentivo? Areias tão brancas que com seu reflexo já é possível pegar uma cor; das que soltam um ruído agudo ao serem pisadas. Os surfistas também se rendem a seus encantos.

STEFANO PATERNA (AGEFOTOSTOCK)


Iguanas e tucanos
Manuel Antonio (Puntarenas, Costa Rica)
Cerca de 6% do território da Costa Rica é protegido como parque nacional. O de Manuel Antonio (entrada: cerca de 38 reais), com a beleza de sua praia principal, em frente ao Pacífico, reúne notáveis tesouros ecológicos. Percorremos a pé um trecho de floresta tropical úmida até o istmo de areias brancas, que se inclina com graça até Punta Catedral. A fauna deixa clara sua hegemonia: iguanas, quatis e tucanos (com sorte, o voo de um quetzal) compartilham seu hábitat com macacos e racuns dispostos a nos deixar sem lanche.

DANNY LEHMAN (CORBIS)


Onde ‘A praia’ foi rodado
Maya Bay (Phi Phi Leh, Tailândia)
Conforme o viajante se aproxima, as ilhas Phi Phi perdem a aparência de folheto de turismo para se tornar uma visão. Por onde vagava Leonardo DiCaprio, hoje há milhares de turistas asiáticos que se deslocam em cruzeiros saídos de Ko Phi Phi. Restam as paredes rochosas recobertas de verde e os barcos pesqueiros. A areia branca parece dialogar com o mar de Andaman, coalhado de peixes tropicais coloridos. Sonho realizado.

BEN DAVIES (GETTY IMAGES)


Fonte: http://brasil.elpais.com/- GUILLERMO ESAÍN


Alfredo de Pontal

Autor & Editor

O portal Águas de Pontal abre as cortinas para mostrar o grande espetáculo da vida proporcionado pela Mãe Natureza e seus atores: o ser humano íntegro voltado à reconstrução.

 

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