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27 de mai de 2018

Dia Nacional da Mata Atlântica




Hoje é comemorado o dia nacional da Mata Atlântica, mas esse dia serve mais para reflexão do que comemoração.


Você sabia que a Mata Atlântica cobria cerca de 12% do território nacional e hoje cobre apenas 7%? Ela é uma das florestas tropicais mais ameaçadas do mundo. Desde o século XVI ela vem sendo explorada, houve a extração predatória do pau-brasil, que era utilizado para a construção e também como tintura de tecido. Grandes áreas foram destruídas para plantio de cana-de-açúcar e construção de engenhos e fornalhas da indústria do açúcar.

No século XVIII, um grande número de portugueses foi atraído pelas jazidas de ouro, levando a novos desmatamentos, que foram estendidos até os limites com o Cerrado, para a pecuária e agricultura. Também houve impactos com as plantações de café que surgiram nos séculos seguintes.

Já na metade do século XX, começou a extração da madeira. No Espírito Santo, as matas passaram a ser derrubadas para fornecer matéria-prima para a indústria de papel e celulose. Esse processo descontrolado de desenvolvimento ameaça inúmeras espécies, algumas quase extintas como o mico-leão-da-cara-dourada, a onça pintada e a jaguatirica.



Tudo isso para suprir o consumo exagerado que nós, humanos, estamos cada vez mais aumentando. Sempre queremos ter um celular de última geração, uma TV e computadores modernos, roupas e calçados que estão na moda. Mas dificilmente lembramos que para que tudo isso seja fabricado é preciso de matéria-prima. E de onde ela vem? Isso mesmo, da natureza!

A Mata Atlântica é considerada patrimônio natural da humanidade pela UNESCO, ela é muito importante para a estabilização do clima, conservação do solo, fornecimento de água, além de possuir uma enorme biodiversidade que PRECISA ser preservada.

Estima-se que na Mata Atlântica existam aproximadamente 20.000 espécies vegetais (cerca de 35% das espécies existentes no Brasil), incluindo várias espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. Essa riqueza é maior que a de alguns continentes (17.000 espécies na América do Norte e 12.500 na Europa).

Com relação à fauna, os levantamentos já realizados indicam que a há 1.020 espécies de aves, 370 espécies de anfíbios, 200 espécies de répteis, 298 de mamíferos e cerca de 350 espécies de peixes.


E como podemos ajudar nessa preservação?


Você conhece os 5 R’s?

Repense- hábitos e atitudes; você realmente precisa trocar de celular/notebook constantemente?

Reduza- geração e descarte; você precisa mesmo estar comprando a todo o momento?

Reutilize- para aumentar a vida útil; você não pode utilizar esse objeto que esta pensando em jogar fora de outra forma?

Recicle- para transformar em um novo produto; você não pode transformar algo sem utilidade em outra coisa que sirva para você?

Recuse- aqueles que agridem o meio ambiente. Busque certificação nos produtos.

Um importante instrumento para a conservação e recuperação ambiental na Mata Atlântica, foi a aprovação da Lei 11.428, de 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica e o Decreto 6.660/2008, que regulamentou a referida lei.

Lembre-se, se você conseguir mudar seus hábitos e das pessoas que estão a sua volta, e também pensar que tudo o que fazemos pode gerar impactos no meio em que vivemos, essa destruição pode diminuir muito!

Fonte: http://biologiaparabiologos.com.br/dia-nacional-da-mata-atlantica/

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Humanos são 0,01% dos seres vivos, mas mataram 83% dos mamíferos





Apesar de representarem apenas 0,01% dos seres vivos do planeta, os humanos são responsáveis pela destruição de muitas espécies. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, revela, inclusive, que a espécie humana acabou com 83% dos mamíferos selvagens da Terra.

Publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, a pesquisa compila os tipos de biomassa — matéria orgânica — dos reinos animais. “A análise revela uma visão holística da composição da biosfera e nos permite observar padrões de categorias taxonômicas e locais geográficos”, escrevem os cientistas.

Esse é o primeiro relatório a estimar a quantidade de todos os tipos de criaturas vivas. “Eu fiquei surpreso em descobrir que não ainda não existia uma estimativa compreensiva e holística de todos os componentes da biomassa”, disse o pesquisador Ron Milo, do Instituto de Ciência Wrizmann, em entrevista ao jornal The Guardian.

Milo e sua equipe compilaram dados de diversas fontes, como da Organização Internacional de Comida e Agricultura, por exemplo, para estimar a biomassa de cada país e como a industrialização, o êxodo rural e o uso de novas tecnologias pelos humanos colaborou para o fim de outras espécies animais.

Os cientistas concluíram que os 7,6 bilhões de pessoas representam somente 0,01% dos seres vivos, as bactérias, 13% e o restante das criaturas, como insetos, fungos e outros animais equivalem a 5% da biomassa do planeta. O que sobra é das plantas: segundo o estudo, elas representam 82% da matéria viva.

Atualmente, 70% das aves e 60% dos mamíferos do planeta foram criados em cativeiro, enquanto 30% dos pássaros são selvagens, 36% dos mamíferos são humanos e os 4% restantes são selvagens. Ainda de acordo com o relatório, 86% das espécies se encontram em terra, 13% abaixo de superfícies (como bactérias, por exemplo) e somente 1% nos oceanos.

Publicado em Revista Galileu.

Fonte: http://www.solam.com.br/blog/?p=5536
curiosidades

A importância das abelhas para a vida no planeta

Desaparecimento desses pequenos insetos traria imensas consequências.



A polinização é o transporte de pólen de uma flor para a outra. É através da polinização que as flores são fecundadas, começando o desenvolvimento de frutos e sementes. Pode ser feita pela água, pelo vento e por muitos animais, como borboletas e beija-flores. O animal mais famoso pela capacidade de polinização - e é de fato o mais eficiente - é a abelha, pois é mais rápida, consegue voar em ziguezague e, após um tempo com a colônia instalada em certo local, consegue saber qual o melhor horário para coletar pólen (elas observam a flora próxima à colmeia e associam com a intensidade da luz do dia).

Você gosta de abobrinha, de melancia e de maracujá? Se a resposta é sim, então você gosta do que as abelhas fazem. Esses e muitos outros vegetais não existiriam ou seriam muito diferentes sem a polinização feita por esses insetos. As berinjelas, por exemplo, seriam menores que maçãs.

Esses insetos são pequenos no tamanho, mas de uma importância gigante para toda a vida na Terra. Sem as abelhas, não perderíamos só o mel e os produtos agrícolas. A produção de animais para consumo sofreria grandes perdas, já que estes animais são herbívoros. A vida selvagem de uma forma geral também sofreria sem elas: a vegetação seria drasticamente reduzida e, assim, a vida em geral.

Conheça agora algumas das espécies mais comuns no Brasil e a importância das abelhas para a produção de alimentos:

Abelha europeia ou melífera

A famosa listradinha de preto e amarelo é a preferida dos apicultores, porque é a melhor produtora de mel. Entretanto, também tem um papel fundamental na agricultura, sendo a maior polinizadora das abóboras, por exemplo, e de muitos outros vegetais.


Abelha sem ferrão

Na verdade existem muitas espécies de abelhas que não possuem ferrão. As principais são: a irapuã, que também é bastante utilizada na produção de mel e também tem uma grande atuação na agricultura; a jataí, que é fã de flores ornamentais; e a mirim, que os produtores de morangos levam para morar na plantação deles e impedir deformidades genéticas nos frutos, porque a polinização leva genes de uma planta para outra, impedindo a consanguinidade, isto é, a mistura de genes semelhantes entre flores de uma mesma planta, que são como “flores irmãs”.



Abelha irapuã



Abelha jataí


Abelha mamangava



Esta não é usada na extração de mel, mas é indispensável para cultivar maracujás. A fruta raramente se desenvolve sem polinização e essa abelha é tão relacionada a ela, que não reconhece variedades transgênicas e só aceita maracujás “originais”.

Fonte: https://www.ecycle.com.br/component/content/article/63/2587-abelhas-importancia-vida-planeta-por-que-tipos-insetos-consequencias-polinizacao-transporte-polen-flor-fecundacao-sementes-agua-vento-tempo-coleta-flora-colmeia-intensidade-abelha-sem-ferrao-mamangava-irapua-jatai.html

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Oficina de confecção de canoas de um pau só resgata o conhecimento tradicional e une as comunidades da Baía de Guaratuba - Paraná




Oficina uniu as comunidades populares da Baía de Guaratuba, valorizando a cultura e o conhecimento caiçara.

Por meio do projeto Mutirão Mais Cultura, a Pró Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR (PROEC) promoveu uma oficina de confecção de canoas de um pau só para as comunidades populares da Baía de Guaratuba. O curso contou com a participação de 50 pessoas, que tiveram a oportunidade de aprender técnicas culturais tradicionais caiçaras. A atividade, iniciada em julho deste ano, faz parte do projeto de extensão “Empreendedorismo, inovação e gestão familiar para o turismo na Baía de Guaratuba”, que integra as ações do eixo 6 do Mutirão.




Na primeira etapa da oficina foram identificadas as árvores de Guarupuvu já derrubadas, no Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange. A autorização para utilização da madeira foi concedida pelo órgão ambiental ICMBio, gestor da unidade de conservação.



Aroldo Cordeiro de Freitas, Seu Aroldo, morador da comunidade de Cabaraquara e um dos dois únicos habitantes da região que conhecem o processo de construção da canoa, orientou os participantes sobre as técnicas tradicionais de confecção, como a escavação do tronco, o nivelamento canoa, lixamento, etc. Ele explica que houve uma diminuição número de praticantes do ofício, “as restrições ambientais que proíbem a retirada das madeiras de maior durabilidade faz com que muitos mestres não construam as embarcações por medo de retaliações”.


Seu Aroldo e os demais participantes confeccionam a canoa de um pau só utilizando como instrumento, a motosserra, o machado enxó e o geová.
Depois de dois meses de trabalho, no final de setembro, foi dado início a parte mais árdua da confecção, a puxada. As canoas - com cerca de 500 kg, a maior, e 300 kg, a menor - foram arrastadas até a casa do mestre Aroldo, onde receberam os últimos ajustes. A previsão é que as canoas de um pau só estejam prontas para uso em março do ano que vem, após o término do processo de secagem.


A professora de Gestão em Turismo da UFPR e coordenadora do eixo 6 do Mutirão, Beatriz Cabral, explica que a atividade contribuiu para, “criar laços de solidariedade entre os participantes, e valorizar os conhecimentos associados ao modo de vida caiçara”. Além disso, “as canoas fabricadas serão compartilhadas entre os integrantes do Grupo Guarapés, para realização de roteiros turísticos na Baía de Guaratuba”, revela Beatriz.


Um almoço típico caiçara foi preparado durante o trabalho de confecção.

Fonte: http://www.proec.ufpr.br/maiscultura/links/eixo6.html






histórias

26 de mai de 2018

Após anos de estudos no Brasil, haitiano volta para seu país para construir casas ecológicas com técnica que aprendeu aqui




Oito após após o terremoto que devastou o Haiti – deixando aproximadamente 200 mil mortos e mais de um milhão de desabrigados –, o engenheiro Jac-Ssone Alerte, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, quer implementar um projeto que visa construir moradias populares em seu país de origem.

O local escolhido para receber o projeto é a cidade de Duchity, que fica a oeste da capital haitiana de Porto Príncipe. Não por acaso, o município onde o engenheiro nasceu. Em 2016, outro fenômeno natural, com menos abrangência nacional, chamado de Furacão Matthew, ocorreu no país e atingiu, principalmente, a terra natal de Alerte, deixando mais de mil mortos.

Em uma visita do engenheiro ao local, a sensação era de deserto. “Era como se nada estivesse acontecendo em termos de empenho para a reconstrução das moradias”, explicou, em entrevista à Agência Brasil. Foi quando sentiu o chamado para colocar em prática o sonho de ajudar seu povo a melhorar de vida.

A técnica aplicada nas moradias que Alerte pretende construir é a de solo-cimento, que promete garantir mais segurança e resistência às estruturas em caso de tremores e ventos fortes. O processo envolve a utilização de terra crua como base para a fabricação de tijolos ecológicos. Além de boas propriedades térmicas, a terra é encontrada de forma abundante na natureza e, portanto, tem baixíssimo custo.

Todo o projeto levará em consideração as projeções do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU para a região. Ou seja, as moradias serão preparadas para suportar maior incidência de dias quentes e ondas de calor. A previsão de início das obras é no final de 2018.

Quinze famílias, que serão beneficiadas pelo projeto, já foram selecionadas, de acordo com perfis socioeconômicos. Além de ganhar moradias, elas poderão fazer parte do mutirão que garantirão a construção de suas próprias casas – prática que ajuda a fomentar uma noção de pertencimento à comunidade e a estreitar laços entre vizinhos.

Que jeito e tanto de voltar para sua cidade natal, não?

Foto: Arquivo Pessoal/Jac-Ssone Alerte/

Fonte: http://thegreenestpost.com/pesquisador-da-ufrj-leva-habitacao-ecologica-para-o-haiti/
meio ambiente

Fortaleza Nossa Senhora do Prazeres - Ilha do Mel





Único exemplar de arquitetura militar do seculo XVIII no Paraná, foi construída entre 1767 e 1770; localizada na porção norte da Ilha do Mel, na entrada da baia de Paranaguá, no sopé do Morro da Baleia.

Foi construída com recursos oficias da Junta da Fazenda e com contribuição financeira e de mão de obra dos moradores da Vila de Paranaguá.

Armada com artilharia e recebeu um pequeno destacamento militar, no seculo XX e uma nova bateria com mais 4 canhões na parte superior do morro. 

Seu mais conhecido acontecimento ficou conhecido como o "Incidente Cormarant". Em 1850 canhões foram disparados contra o navio de guerra da frota inglesa.



Autorizado pelo governo inglês a abordar embarcações suspeitas,o Cormarant perseguiu a apreendeu três navios brasileiros na Baía de Paranaguá. Os ingleses não confirmaram a suspeita pois a carga havia desaparecido. 

Este fato encorajou alguns moradores da Ilha que com alguns militares, tomaram a fortaleza e dispararam contra o navio inglês. No final a Inglaterra exigiu reparações e depois disso encerrou se a questão.



A Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres foi tombada como patrimônio histórico nacional em 1938. Em 1954 foi desativada e está sob os cuidados do IPNHAN.


Texto Camilla Campestrini
Turismóloga especialista em gestão ambiental e desenvolvimento sustentável.

Fonte: https://mergulhoparana.blogspot.com.br/
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Apetite europeu por abacate acarreta seca no Chile

Região chilena sofre com seca causadas pelos desvios de água feitos para as fazendas que produzem e exportam o fruto para a Europa.




Moradores da região de Valparaíso, no Chile, denunciaram produtores de abacate por causarem uma grave seca no local. Os abacates, que são massivamente exportado para a Europa, necessitam de grandes quantidades de água para garantir qualidade, e os produtores fizeram manobras ilegais que garantiam que a água dos rios e mananciais da área fossem desviados para as plantações.

Em 2011, a Dirección General de Aguas, autoridades chilenas responsável pela água, publicaram uma investigação feita via satélite que descobriu pelo menos 65 canais subterrâneos que conduziam água de rios para os hectares de abacate e na ocasião algumas das produtoras foram condenadas por uso não autorizado de água e má apropriação do recursos. Desvios como esses descobertos no estudo das imagens ainda existem na região, e são grandes causadores do desequilíbrio ambiental dali.

Plantação de abacates em Petorca, Chile | Foto: Alice Facchini

Os moradores da província de Petorca, na região de Valparaíso, lidam com as consequências da seca há anos e só têm acesso à água pelo serviço de caminhões-pipas que distribuem um produto de má qualidade para o consumo da população, e só disponibilizam 50 litros por dia para cada pessoa.

Pesquisas feitas em 2014 com a água distribuída atestou que ela não é própria ao consumo, pois a quantidade de bactérias fecais encontradas ali ultrapassam o limite legal, o que a classifica como contaminada. Como a única outra opção é comprar água engarrafada, é comum que os moradores fervam a água dos caminhões-pipas e a consumam mesmo assim, mesmo que a necessidade possa causar doenças, o que não é incomum na região.

Ameaças

À reportagem do jornal britânico The Guardian, o ativista chileno da organização ambiental Modatima, Rodrigo Mundaca relatou ter sido ameaçado pelas produtoras de abacate após denunciar o esquema de desvio de água. Segundo ele, outras pessoa que protestaram contra o desvio de água nas fazendas também foram ameaçadas, e moradores da região que trabalham para essas fazendas não denunciam o que é feito lá por medo de serem demitidos.

Plantação de abacate nas margens de um rio seco em Petorca, Chile | Foto: Alice Facchini

“E também tem as áreas pobres onde os produtores de abacate construíram igrejas, centros comunitários, campos de futebol… para conseguir o apoio das pessoas. Quando elas reclamam da falta de água, eles ameaçam cortar os benefícios e tudo volta à sua ordem”, disse Mundaca.

Outras famílias que moravam na região escolheram se mudar em busca de oportunidades de saúde e emprego, pois até pequenos produtores da área tiveram prejuízos por causa da falta de água e perderam seus sítios.

Exportação

A maior parte dos abacates produzidos naquela área são exportados para a Europa. Só no Reino Unido, mais de 21,5 toneladas do produto foram importados do Chile em 2017, 27% a mais do que o total importado no ano anterior. 67% desses abacates eram da região de Valparaíso.

Os maiores consumidores destes produtos são as grandes redes de supermercado que, ao serem informados sobre as acusações feitas aos produtores da região, afirmaram que só importam de fazendas licenciadas e com garantias ambientais, mas que iriam investigar qualquer irregularidade no processo de produção do fruto.

Fonte: http://ciclovivo.com.br/planeta/meio-ambiente/apetite-europeu-por-abacate-acarreta-seca-no-chile/

curiosidades

25 de mai de 2018

HOMEM DE MOÇAMBIQUE


Singelo...autêntico...quase inocente.


Sou Raileve Vasco Raibon Pereira de 23 anos de idade, nascido em 11.11.1994 em Anchilo, distrito de Anchilo, provincia de Nampula em Moçambique.   

A minha infância foi vivida com muita crise,  pois nasci depois do meu falecido pai perder emprego, como Técnico Agrônomo, em Anchilo no distrito de Nampula.

Na minha família somos 7:  2 mulheres e 5 homens .

Na minha infância amei todas partes que compõem o Meio Ambiente natural. fauna, flora, mar, oceanos, praias, montanhas, paisagens, planaltos, planícies, selvas, savanas, rios, lagos, plantas e animais.

Por amar muito a vida selvagem e passear nas matas, fui pastor de gado caprino por 2 anos! Passava meus melhores momentos procurando apreciar paisagens, ninhos e diferentes tipos de Aves. Quando tinha 9 anos, pela primeira vez, apanhei uma pequena Rola a caminho da machanba da minha falecida mãe!

Foi por baixo de uma Mangueira onde apanhei a minha primeira rola, consegui criar alimentando com amendoim pilado e outros tipos de cereais. Logo que apanhei a Rola já teve um novo dever de controlar , alimentar, cuidar e um dia mandar voar. Finalmente cumpri o meu dever de mandar voar a minha rola depois de 1 mês e uma semana. Não foi o fim, pois depois da minha rola ir embora, ganhei mais amor de criar sempre outras rolas.

Devido as condições em que a nossa família se encontrava, fui obrigado a mudar  de vila no extremo norte do pais, mais precisamente, na província do Niassa com meu irmão Railove vasco Raibon Pereira.




Desde cedo tive que aprender a me virar sozinho e em certa altura foi-me imposto a fazer tudo para se aguentar com o ciclo da pobreza em que me encontrava; enverguei -me na vida comercial de rua; por isso denominado Ambulante de rua; com pouco que eu ganhava custeava os meus estudos, mas sempre a paixão por aves.


Nunca saia de mim e cada cruzada que eu mantinha com os pássaros. Eu ousava em parar para vê- los.

Já que não conseguia encontrar mais um passaro natural, decide comprar um artificial para poder passar os dias comigo.


Meu papagaio artificial


Daí que levo sempre nos meus passeios deste em 2013 e vivo feliz por ter ele ao meu lado.





















E também o levei nos meus passeios selvagens que sempre amei ter na vida.






















2012  - Fui conhecer a Ilha de Moçambique, numa viagem pessoal, e aproveitei terminar as minhas férias visitando a Ilha que é considerada pelo UNESCO como um patrimônio cultural da Humanidade e que foi a primeira capital de Moçambique.



Ilha de Moçambique - 2012


2015 - Houve excursão de estudos com Peace Corps Americana através de um clube de Inglês da minha Vila. Realizamos um passeio ao monte Mitugue.

Estávamos acompanhados pelos voluntários da PEACE CORPS e foi uma autêntica maravilha.






















2009Na batalha da vida, o que me vinha em mente era apostar  na esperança de me tornar um meio empresário.  Isso não me impedia de abnegar o amor pelo meio Ambiente.


Foi dai que em 2013 recebi um convite para ir passear no Lago Niassa. Até podia  chamar de excursão amigável ao terceiro maior lago do continente Africano, e por lá pude apreciar as maravilhosas paisagens  existentes, que infelizmente muitos Moçambicanos desconhecem o seu potencial Fantástico.























2015 - Fui à reserva nacional do Niassa que foi uma aventura fascinante naquele lugar; percorri toda sua extensão com intuito que apreciar e descobrir o seu potencial mas que infelizmente tem se verificado um holocausto faunístico com atuação intensiva na biodiversidade.

Refiro- me aos caçadores furtivos que tem decapitado as diversas espécies de animais com mais enfoque para as pontas de Marfim, que tem sido um negocio atrativo para muitos que querem se livrar da pobreza dum dia para outro.




















2016 -  Tive uma aventura mais relacionada com os pequenos negócios. 


Uma viagem para a província central do pais ZAMBEZIA, no distrito de Gurúe de Motocicleta; tive a oportunidade de usufruir as maravilhas ao longo da viagem, praticamente em cada 2 minutos tinha que ouvir ou ver o assobiar das aves e ai me sentia realizado e feliz.









Viajando para a cidade de Gurúe


Cheguei ao maior Campo de produção de Chá do pais que é considerado o terceiro maior do mundo. Refiro me ao Chá Gurúe.





















Foi um contato direto com a bênção da natureza .

Por lá se encontra a segunda maior montanha do país denominada por monte Namúli, que guarda o mágico e histórico. Para quem gosta de turismo cultural, que não quis deixar de lado,  coloquei como um menu da minha viagem; o tempo não foi suficiente para poder apreciar o belo ali existente na integra.

Foi um prazer  ter estado naquele paraíso natural com uma cadeia de montes que dei o gosto de alimentar a vista com as belas paisagens; o amor foi crescendo pelo turismo Ambiental.


2013/2015 - Com meu falecido avo Raibon Pereira e meu filho





Com os negócios que aprendi a fazer na vida,  estabeleci- me na área comercial. 

Construí um estabelecimento comercial que denominei como CENTRO LÚRIO, derivado das províncias que marcaram a minha vida e LÚRIO é nome do maior Rio nortenho que faz fronteira com 4 províncias do norte do meu pais.


2016 - No meu nível médio





Atualmente




Nota do editor: conheci Raileve pelo facebook e sua história me comoveu.
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Novo corredor para a vida selvagem no Brasil vai proteger os micos-leões-dourados

Um novo corredor para a vida selvagem na Mata Atlântica do Brasil vai ajudar a proteger animais ameaçados como o mico-leão-dourado.

Tambako The Jaguar/Flickr

Mata Atlântica do Brasil ocupa, hoje em dia, menos de 15% da sua extensão original. As áreas florestais que permaneceram estão severamente fragmentadas, o que causa uma grande pressão sobre as espécies, particularmente as que já estão ameaçadas ou em risco de extinção.

Para minimizar o impacto desta fragmentação, a organização de conservação SavingSpecies e a Associação Mico-Leão-Dourado (AMLD), com o apoio da fundação holandesa DOB Ecology, adquiriram terras que lhes permitirão criar um corredor ecológico para a vida selvagem.

O novo corredor incluirá um ecoduto – uma passagem por cima de uma autoestrada – que permitirá às espécies circular e atravessar os limites da Reserva Biológica Poço das Antas, no estado do Rio de Janeiro.

“Trata-se de remendar um rasgão na floresta, no lugar com o maior número de espécies ameaçadas”, explicou Stuart Pimm, presidente da SavingSpecies.

A reserva é lar de várias espécies ameaçadas, sendo um habitat de crítica importância para o mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia), um pequeno primata de pelagem dourada endémico da região que quase foi levado à extinção devido à perda de habitat.

Detalhes sobre o projeto | Imagem: Associação Mico-Leão-Dourado

“A fragmentação e as infraestruturas isolaram as populações de micos”, contou Stuart Pimm ao Mongabay. Quando as reservas naturais estão isoladas, as espécies no seu interior perdem o contacto com os outros membros da sua população. Com o passar do tempo, isto causa problemas como o endocruzamento e a baixa diversidade genética, podendo levar à extinção.

Para criar o corredor, as ONG adquiriram uma propriedade de 237 hectares, denominada Fazenda Igarapé. Os próximos passos serão a reflorestação de 100 hectares do terreno com flora nativa e a criação do ecoduto para ligar as duas áreas, um trabalho que deverá começar no final deste mês.

“Há 30 anos, já só restavam 200 micos. Hoje esse número subiu para 3200, mas a paisagem continua a estar seriamente fragmentada”, disse Luís Paulo Ferraz, secretário executivo da AMLD.

Embora os ecodutos se estejam a tornar mais comuns, “esta ponte será a primeira do seu tipo no Brasil”, explicou o geógrafo. “Temos uma grande responsabilidade e queremos mostrar que é possível fazerem-se bem as coisas.”

A futura passagem para a fauna | Imagem: Associação Mico-Leão-Dourado

Fonte: https://www.theuniplanet.com/2018/04/corredor-vida-selvagem-brasil-proteger-mico-leao-dourado.html
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